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Goiatuba -

Memórias

Apresentaremos nesta edição mais uma importante fatia da história do Azulão do Sul. Hoje, conheceremos um pouquinho da vida de Maurisson Dantas dos Santos, ou simplesmente “Maurisson”.

Natural de Pontalina, mudou-se para Goiatuba em 1983. Com apenas 13 anos de idade já integrava o infanto-juvenil do Goiatuba Esporte Clube. Com 15 anos começou a despontar nos Juniores como zagueiro, onde disputou vários campeonatos goianos.

Em 1987, já profissionalizado e com o passe preso no Clube, sempre entrava no decorrer das partidas. Para adquirir mais experiência. Já em 1990 foi emprestado ao Uruaçu Esporte Clube, na Segunda Divisão do Goianão.

Maurisson voltou ao Goiatuba e em 1992 foi emprestado ao Goianésia, onde permaneceu por seis meses, sendo novamente emprestado e terminando o ano no Santa Helena. Em 1993, com um largo currículo reintegrou-se ao Azulão e nesse ano conseguiu suas maiores conquistas. A Taça Íris Rezende Machado e depois campeão do Seletivo da Série B/CBF, Grupo H, do Campeonato Brasileiro, sob a tutela do então presidente, Saburo Hayasaki, o Buró.

O jogador permaneceu firme no Azulão até 1999, quando o Goiatuba foi rebaixado a Série C do Brasileiro e ainda participou de todos os campeonatos goianos nestes seis anos. Decidiu então neste mesmo ano encerrar a carreira como atleta, mas continuou sempre ligado ao futebol.

Já em 2002, como amigo do técnico Alfinete, colaborava com a equipe que quase chegou à final do Goianão. O jogo em Ipameri diante do Novo Horizonte, bastava uma vitória simples por 1 x 0 e o Azulão chegaria, eliminando a equipe do Goiás, mas o Goiatuba perdeu por 2 x 1, ficando fora.

Maurisson também foi um dos fundadores da atual equipe amadora do Colorado Esporte Clube, em 1987/88, que tem como presidente o empresário Antônio Carlos da Cruz, o Toinzinho Paulista. Cita como maiores trunfos da carreira a conquista da Série B do Brasileirão, ou melhor, a vaga em 1993 e a Taça Íris Rezende Machado e o título da Terceira Divisão com a Associação Atlética Goiatuba, em 2010, na condição de diretor de futebol. “Apesar de tudo, sou Goiatuba, sou Azulão”, disse o ex-atleta a um jornal da época.

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